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sábado, 13 de setembro de 2014

Mitos que podem te matar Confira 5 deles

Você acha que sabe tudo da vida? Acha que conhecimento popular, aquele passado de geração em geração, é a chave do sucesso? Bom, você provavelmente irá morrer.

O pesquisador Neil Strauss lançou o livro “Emergency: This book will save your life” (Emergência: Este livro salvará a sua vida, em tradução livre) apontando os 10 maiores mitos sobre sobrevivência que nós ouvimos da vovó e do vovô mas que na verdade podem é te matar. Confira 5 deles:

5. SE PERDIDO EM UMA MONTANHA GELADA, COMA NEVE

Comer neve vai baixar a temperatura de seu corpo, que gastará ainda mais energia para funcionar. Além disso, a neve pode congelar seu estômago. A solução é simples: derreta a budega!


4. SE ATACADO POR UM TUBARÃO, BATA NO NARIZ DO DEMÔNIO

Balela! A chance de machucar suas mãos é muito maior que machucar o pé frio. Ataque os olhos e as brânquias!

3. SE PICADO POR UMA COBRA, CHUPE O VENENO

Você simplesmente não terá tempo de chupar o veneno antes que ele entre na corrente sanguínea. Chupar o veneno se você tiver uma afta ou gengivite pode espalhar ainda mais a praga.

Jamais faça isso! Deixe o objeto e ligue para a emergência. Evite se mover!

1. SE ESTIVER PERDIDO NUM DESERTO, BEBA ÁGUA DE UM CACTO


Você não conseguirá tirar mais do que algumas gotas, que serão amargas e causarão vômitos e cólica.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

De onde vem a palavra Rameira

De ramo + a terminação eira que designa quem exerce uma atividade (costureira, cabeleireira).

No séc. XV, em Portugal, quando uma taberna queria anunciar à sua clientela que no seu interior se encontravam mulheres prestadoras de serviços sexuais remunerados, penduravam ramos de árvore do lado de fora da porta, à vista da freguesia. Era uma época de inocências, em que taberneiros e beberrões tinham seus códigos e se entendiam.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

A palavra 'Rameira'

De ramo + a terminação eira que designa quem exerce uma atividade (costureira, cabeleireira).
No séc. XV, em Portugal, quando uma taberna queria anunciar à sua clientela que no seu interior se encontravam mulheres prestadoras de serviços sexuais remunerados, penduravam ramos de árvore do lado de fora da porta, à vista da freguesia. Era uma época de inocências, em que taberneiros e beberrões tinham seus códigos e se entendiam.

domingo, 2 de setembro de 2007

A origem do nome "jockey"

 
O nome "jockey" tem uma origem curiosa: significa, na verdade, "joãozinho". É que no norte da Inglaterra o nome "John" tem a forma familiar de "Jock", que por sua vez tem como diminutivo "Jockey". Foi também o apelido de um famoso cavaleiro inglês com o qual passaram a ser comparados todos os outros cavaleiros muito hábeis. Tempo depois a palavra passou a designar uma profissão.

Origem da palavra Aniversário

Aniversário é uma palavra latina que significa "aquilo que volta todos os anos". Anniversarius vem de annus (ano) e vertere (voltar), ou seja, aquilo que se faz ou que volta todos os anos.

O bolo de aniversário parece ter surgido na Grécia, em homenagem a Artemis, a deusa da caça, reverenciada no dia 6 de cada mês. Dizia-se que as velas representavam o luar.
Na Idade Média, esse costume chegou à Alemanha. Os camponeses faziam festas infantis que começavam ao raiar do dia. As velas eram acesas e a criança acordava com a chegada do bolo. Naquele tempo, o número de velinhas não era igual ao número de anos do aniversariante. O bolo recebia uma vela a mais - sinal da luz da vida.

Feliz Aniversário em alguns idiomas
Inglês
Happy Birthday
Francês
Joyeux Anniversaire
Italiano
Buon Compleanno
Espanhol
Feliz Cumplaeaños
Alemão
Herzlichen Glückwunsch ou Zum Geburtstag
Holandês
Een Gelukkige Verjaardag ou Wel Gefeliciteerd
Brasil Cultura

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

A origem da expressão "fulano é de esquerda"

Expressão criada a partir da Revolução Francesa (1789–1799). Na França a sociedade estava dividida em três estados, assim classificados: 1º estado, 2º estado e 3º estado. Faziam parte do primeiro estado o clero que, por sua vez, se dividia em alto clero (bispos e abades com nível de nobreza) e baixo clero (padres e vigários de baixas condições). No segundo estado estava a nobreza. Costuma-se dizer que o 3º estado era tudo e nada. Mais numeroso (aproximadamente 98% da população), era constituído pelos burgueses que insatisfeitos por terem que bancar o rei, o clero e a nobreza com o peso dos impostos e contribuições queriam uma reforma, principalmente no que diz respeito a abolição dos privilégios e a instauração da igualdade civil, ou seja, eram tudo por se constituir na grande massa esmagadora e nada por não possuírem privilégios. Bem, com essa introdução vamos a origem da expressão.
Tomada a Bastilha, na época da Convenção, girondinos (alta burguesia) e jacobinos (baixa burguesia e o povo) se reuniam para decidirem entre os planos da revolução, o futuro do rei deposto Luís XVI (o qual, diga-se de passagem, após tentar fugir foi preso e morto na guilhotina). Do lado esquerdo do salão localizavam-se os jacobinos que, sendo esses os que queriam alterações buscavam sempre discussões contrarias aos girondinos, portanto, "fulano é de esquerda", ou seja, o que é contrario a ordem vigente ou liberal.

Origem da palavra Folclore

A palavra folclore é aceita internacionalmente desde 1878. A expressão apareceu pela primeira vez na imprensa publicada na revista The Athenaeum, há cerca de 150 anos. O texto, do arqueólogo inglês William John Thoms, propunha o estudo de culturas diversas. O autor sugeria a junção das palavras folk (povo) e lore (sabedoria) para designar tal ocupação.

Origem da palavra Bissexto

Na época em que Júlio César encomendou a reforma do calendário ao astrônomo grego Sosígenes (45 a.C.), os meses eram divididos em três partes: calendas, nonas e idos. O primeiro dia de um mês era chamado "kalendae" (que deu origem ao termo calendário), e os demais eram contados de trás para a frente, num curioso e intrincado sistema. O dia 2 de janeiro, por exemplo, era "antediem IV nonas januarii". Ao decidir incorporar um dia ao mês de fevereiro, Júlio César não criou um novo dia (assim como foi criado o dia 29 de fevereiro), mas preferiu repetir um dia já existente (algo como 28 de fevereiro e 28 de fevereiro novamente). Esse dia repetido, em latim, chamava-se "bis VI antediem calendas martil" ou, simplesmente, bissextum.


Fonte:
Alexandre Cherman, astrônomo da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro