sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Biquíni salva-vidas


As mulheres que não sabem nadar ou têm medo dos mares muito revoltos agora têm uma nova maneira de estarem seguros dentro d'água. Uma empresa sueca de design criou um biquíni inflável que funciona como uma bóia.

O Bay Watch Biquíni, como foi batizado pela Bernstrand&Co, infla nos seios e no bumbum, deixando as mulheres mais curvilíneas, além de protegê-las de mares mais revoltos. Serve, portanto, também para as magrinhas que sonham em ter as curvas de Jennifer Lopez.

Redação Terra

Fala sério, ir na praia com aqueles balões?

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Como foram tiradas as fotos do Google Earth?

1) O Google Earth surgiu do costume do Google de comprar boas idéias e turbiná-las. Em 2004, eles compraram a empresa Keyhole, criadora do Earth Viewer, uma espécie de Google Earth mais arcaico. A Keyhole, por sua vez, já fazia negócios com a empresa Digital Globe - dona do satélite Quickbird - que continuou sendo a maior vendedora de imagens para o Google Earth.

2) Lançado em outubro de 2001, o satélite Quickbird orbita ao redor da Terra a uma altura de 450 quilômetros. Sua capacidade de armazenamento
é de 128 gigabytes. Viajando a uma velocidade média de 25 560 km/h, ele demora de um a três dias e meio para voltar ao mesmo ponto.

3) O Quickbird fotografa a superfície terrestre com diferentes níveis de zoom e resolução. Já notou a diferença das imagens de Las Vegas e São Paulo? Para locais muito procurados (como Las Vegas), o Google encomenda fotos melhores - e, portanto, mais caras. No zoom máximo, o Quickbird consegue clicar uma área de 1 km2 como se estivesse a 60 metros de altura.

4) Depois de tiradas, as fotos são enviadas para antenas que retransmitem o material para os laboratórios da Keyhole. Lá, os programadores juntam as fotos numa espécie de quebra-cabeça e depois mandam o arquivo para o Google, cuja sede fica na Califórnia.

5) Uma vez nos servidores do Google, usuários do mundo inteiro que baixaram o Google Earth podem conferir o resultado. Mas lembre-se de que essas imagens são de propriedade do Google. Portanto, se quiser usar imagens de satélite, prefira o World Wind, software da Nasa, livre de direitos autorais.

6) Nem tudo são flores. Temendo ações terroristas e defendendo segredos militares, governos do mundo inteiro entram na Justiça tentando censurar imagens estratégicas. E alguns conseguem: a imagem da casa do vice-presidente americano Dick Cheney, por exemplo, está totalmente desfocada.

7) O futuro do Google Earth é tornar as imagens tridimensionais. Enquanto isso não é feito com fotos, dá para o usuário criar digitalmente o volume de prédios, montanhas ou até da própria casa. Para isso, o próprio Google criou uma ferramenta para desenhar modelos 3D, o Google SketchUp (http://sketchup.google.com/).

8) Em muitas partes do planeta a atualização das imagens demora uma eternidade. Tente, por exemplo, encontrar o buraco nas obras do metrô de São Paulo. Não encontrará, porque, quando a foto do local foi tirada, as obras nem tinham começado. Portanto, nem adianta dar tchauzinho para o céu e esperar se ver na tela do computador.

Fonte:MundoEstranho

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Cruzando espécies


O cruzamento de diferentes espécies gera filhotes?

Sim e a mula é o mais popularmente conhecido resultado de mistura de espécies.Mas não é só mula que sai desse tipo de affair. Um dos exemplos mais bacanas é o liger, que detém o título de maior felino do mundo. Ele é filho de leão com tigresa (lion + tiger). A união deixa os hormônios de crescimento do animal fora de controle, ele fica 30% maior que o pai e a mãe, chegando a mastodônticos 3,5 metros de comprimento e meia tonelada de peso. Também existe o tigon (filho de tigre com leoa), pouco menor que o primo. Todos os machos desses animais são estéreis. Já as fêmeas não: parte delas pode, sim, ter filhos. Mas se elas podem, por que as mulas não? Está errado: "Desde 1527, a literatura científica também descreve mais de 60 mulas que tiveram crias quando cruzadas com cavalos ou jumentos", diz o biólogo Octavio Pavan, da Unicamp. Membros do genêro Canis (cachorros, lobos, coiotes e chacais)
também podem cruzar e ter filhotes férteis. Orcas com golfinhos, o bisão americano com a vaca e chipanzés com babuínos também. Mas, se é assim, onde vai parar a idéia de espécie? Afinal, a gente diz que dois bichos são da mesma espécie justamente quando eles podem gerar filhotes férteis. Bom, o fato é que esses casos são raros, nunca acontecem em ambiente natural, só em cativeiro. Segundo os biólogos, então, esses "bebês de Rosemary" do mundo animal não abalam o conceito de espécie.


Liger: olha o tamanho da criança...


Fonte: Superinteressante

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Natal de US$ 1,75 milhão

A loja de departamentos japonesa Takashima expõe uma árvore de Natal e um ursinho de pelúcia de US$ 1,75 milhão. A árvore, de 40 centímetros, e o bicho de pelúcia, são decorados com 400 itens, totalizando 100 quilates de diamantes. As peças serão postas à venda essa semana.

Alguém se habilita?


domingo, 11 de novembro de 2007

Recordes da Natureza

A maior cordilheira
Cordilheira dos Andes, na América do Sul, com 8 mil quilômetros.

A maior ilha
Groenlândia, com 2.175.600 km2.

A montanha mais alta
Mauna Kea, no Havaí, tem 10.203 metros a partir do fundo do oceano Pacífico. Se for considerado apenas o pedaço que fica acima do nível do mar, a montanha conta com 4.205 metros.

A principal queda d'água
Angel, na Venezuela, com 979 metros de altura.

O lago mais alto
O mais alto lago navegável é o Titicaca, no Peru, 3.811 metros acima do nível do mar.

O lago mais profundo
Lago Baikal, Rússia, com 1.620 metros.

O maior golfo
Golfo do México, com 1.502.200 km2.

O maior lago
Mar Cáspio, entre Rússia e Irã, 372.000 km2 e 980 metros de profundidade.

O maior rio em extensão
Amazonas, com 7.025 quilômetros.

O maior vulcão
Gallatiri, Chile, com 6.060 metros.

O oceano mais profundo
Oceano Pacífico, com uma profundidade média de 4.267 metros.

O ponto mais alto
Monte Everest, no Himalaia, fronteira entre Nepal e Tibete, 8.850 metros acima do nível do mar.

O ponto mais baixo
Mar Morto, entre Israel e Jordânia. A superfície da água está 396 metros abaixo do nível do mar.

O ponto mais chuvoso
Monte Waialeale, no Havaí, com uma média anual de 11.680 mm.

O ponto mais frio
Estação de Vostok, na Antártida, -89,2ºC (21/07/1983).

O ponto mais quente
El Azizia, Líbia, 58ºC (13/09/1922).

O ponto mais seco

Deserto de Atacama, no Chile, sem chuvas do ano de 400 a 1971.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Saia anti-assalto




A estilista japonesa Aya Tsukioka criou uma forma de proteção instantânea que, ela acredita, pode beneficiar muitas mulheres. Se alguém a estiver perseguindo, ela acha uma esquina adequada, levanta uma das camadas de sua saia e fica disfarçada de máquina de venda de refrigerantes. A esperança é que o ladrão, estuprador ou ex-namorado insistente não notem sua presença. Tsukioka disse que a inspiração para a saia camuflagem veio dos antigos espiões ninjas. Centenas de anos atrás, eles procuravam ficar quase invisíveis usando roupas escuras e se disfarçando de objetos. Mas a estilista acha que a estrategia só funcionaria no Japão, onde essas máquinas de venda fazem parte da paisagem urbana. A estilista também criou uma bolsa que pode ser "transformada" em tampa de bueiro. Tsukioka afirma, contudo, que os artigos ainda estão em fase experimental.



BBC Brasil

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

A origem da cedilha

Em espanhol, o nome da letra “z” (que tem o som “ss”) é zeta ou zeda. Cedilla, em espanhol, é um pequeno “z”. No português arcaico, chegou-se a usar a letra “z” entre o “c” e a vogal seguinte para que o “c” fosse lido com o som “ts” em vez do som “k” – cacza (caça), moczo (moço) -, mas a prática não pegou. Passou-se então a pôr um pequeno “z” embaixo da letra “c”. Esse pequeno “z” acabou virando um ganchinho ou uma vírgula.