Qual é o verdadeiro objetivo por trás do Google? Onde ele quer chegar?
Existem mais de 40.000 pessoas por trás das ferramentas do Google que você usa todos os dias, desde a pesquisa até o Google Chrome. Qual é o objetivo da maior empresa do ramo da internet?
Existem mais de 40.000 pessoas por trás das ferramentas que você usa todos os dias, desde a pesquisa até o Google Chrome. O objetivo anunciado pelo Google, de ajudar as pessoas a organizar suas vidas, uma espécie de “Big Brother” do bem, causa preocupação nos defensores da privacidade.
O principal homem por trás do Google é Eric Schmidt. Desde que começou a trabalhar no Google em 2001, Eric Schmidt ajudou a empresa a se transformar de uma startup no Vale do Silício em líder global em tecnologia. Como presidente executivo, ele é responsável pelas questões externas do Google: criação de parcerias e aumento de relações comerciais, envolvimento com o governo e liderança tecnológica, bem como oferecer consultoria ao CEO e às lideranças comerciais sobre assuntos relacionados a negócios e políticas.
De 2001 a 2011, Eric foi CEO do Google, supervisionando a estratégia técnica e comercial da empresa em conjunto com os fundadores Sergey Brin e Larry Page. Sob sua liderança, o Google aumentou significativamente sua infraestrutura e diversificou suas ofertas de produtos, ao mesmo tempo que manteve uma forte cultura de inovação.
“O Google hoje não é somente uma caixinha de busca, mas uma empresa com uma gama muito grande de produtos. Para manter o rumo, um dos caminhos é a inovação”, afirmou o presidente do Google, Eric Schmidt. “Não olhar para o concorrente, nem para o passado, mas olhar para a frente, para o que ainda não foi criado.”
Os defensores da privacidade temem que o acúmulo de dados pessoais na internet represente uma invasão crescente e clandestina das liberdades civis. Como uma técnica de motivação, o Google utiliza uma política muitas vezes chamado Innovation Time Off, onde os engenheiros do Google são encorajados a gastar 20% do seu tempo de trabalho em projetos que lhes interessam. Alguns dos novos serviços do Google, como o Gmail, Google Notícias, Orkut e AdSense originaram-se destes esforços independentes.
Em uma palestra na Universidade de Stanford, Marissa Mayer, vice-presidente de Produtos Pesquisa e Experiência do Usuário do Google, mostrou que metade de todos os lançamentos de novos produtos atuais se originaram a partir do Innovation Time Off. Em março de 2011, empresa de consultoria Universum divulgou dados de que o Google ocupa o primeiro lugar na lista de empregadores ideais por quase 25% dos 10 mil jovens profissionais perguntados pela pesquisa.
Privacidade
Eric Schmidt, chefe-executivo do Google, disse em 2007, em uma entrevista ao Financial Times: “O objetivo é permitir que usuários do Google sejam capazes de fazer perguntas como “O que vou fazer amanhã? e “Em qual trabalho devo me ocupar?”. Schmidt reafirmou isso em 2010, em uma entrevista ao Wall Street Journal: “Eu realmente acho que a maioria das pessoas não querem o Google para responder suas perguntas, elas querem Google para dizer-lhes o que deve fazer em seguida.”
Em dezembro de 2009, o CEO do Google, Eric Schmidt, declarou após declarações sobre as preocupações com a privacidade dos usuários do Google: “Se você tem algo que você não quer que ninguém saiba, talvez você não deveria estar fazendo isso em primeiro lugar. Se você realmente precisa desse tipo de privacidade, a realidade é que os motores de busca – inclusive o Google – não guardam esta informação há algum tempo e é importante, por exemplo, que todos nós estamos sujeitos nos Estados Unidos ao Patriot Act e é possível que todas as informações que podem estar disponíveis às autoridades.” O Privacy International classificou o Google como “hostil à privacidade”, a sua classificação mais baixa em seu relatório, fazendo do Google a única empresa na lista a receber essa classificação.
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Substância química mais rara do universo
O que é mais raro do que uma estrela cadente? Mais raro que um diamante? O que é mais raro do que qualquer metal e qualquer mineral precioso? A resposta vai te deixar assustado.
O que é mais raro do que uma estrela cadente? Mais raro que um diamante? O que é mais raro do que qualquer metal, qualquer mineral, tão raro que, se você procurar em todos os 13.000.000.000.000.000.000.000.000 de quilos do nosso planeta, você iria encontrar apenas poucas gramas?
É o Ástato. À temperatura ambiente, o ástato encontra-se no estado sólido. Há atualmente cerca de 31 gramas de ástato na Terra, sendo assim o elemento mais raro de que se tem notícia. O elemento foi sintetizado pela primeira vez em 1940 por Dale R. Corson, Kenneth Ross MacKenzie, e Emilio Gino Segrè.
O astato tem maior importância no campo teórico do que no campo prático. Atualmente, não é conhecida nenhuma aplicação prática deste elemento. O astato só existe na crosta terrestre como isótopos radioativos. É encontrado em minerais de urânio e tório, porém em quantidades muito pequenas (traços).
Este elemento tem uma meia-vida de cerca de oito horas, ou seja, se você pode obter uma pouco de ástato metade do elemento se desintegraria em 8 horas, e, em seguida, a cada 8 horas outra metade iria se desintegrar até que, em poucos dias ele desapareça completamente.
É resultante do lento decaimento do urânio e do tório, por pertencer a série radioativa destes elementos. Os poucos microgramas de astato sintéticos foram produzidos pelo bombardeamento do bismuto com partículas alfa de alta energia.
Por ser altamente radioativo deve ser manuseado, apenas, nas investigações científicas e em condições especiais. A quantidade de astato na natureza é tão pequena que não oferece risco a saúde humana. Entretanto, quando injetado em animais, por ser um halogênio instala-se na glândula tiroide do mesmo modo que o iodo. Há indicações que seja altamente cancerígeno.
O que é mais raro do que uma estrela cadente? Mais raro que um diamante? O que é mais raro do que qualquer metal, qualquer mineral, tão raro que, se você procurar em todos os 13.000.000.000.000.000.000.000.000 de quilos do nosso planeta, você iria encontrar apenas poucas gramas?
É o Ástato. À temperatura ambiente, o ástato encontra-se no estado sólido. Há atualmente cerca de 31 gramas de ástato na Terra, sendo assim o elemento mais raro de que se tem notícia. O elemento foi sintetizado pela primeira vez em 1940 por Dale R. Corson, Kenneth Ross MacKenzie, e Emilio Gino Segrè.
O astato tem maior importância no campo teórico do que no campo prático. Atualmente, não é conhecida nenhuma aplicação prática deste elemento. O astato só existe na crosta terrestre como isótopos radioativos. É encontrado em minerais de urânio e tório, porém em quantidades muito pequenas (traços).
Este elemento tem uma meia-vida de cerca de oito horas, ou seja, se você pode obter uma pouco de ástato metade do elemento se desintegraria em 8 horas, e, em seguida, a cada 8 horas outra metade iria se desintegrar até que, em poucos dias ele desapareça completamente.
É resultante do lento decaimento do urânio e do tório, por pertencer a série radioativa destes elementos. Os poucos microgramas de astato sintéticos foram produzidos pelo bombardeamento do bismuto com partículas alfa de alta energia.
Por ser altamente radioativo deve ser manuseado, apenas, nas investigações científicas e em condições especiais. A quantidade de astato na natureza é tão pequena que não oferece risco a saúde humana. Entretanto, quando injetado em animais, por ser um halogênio instala-se na glândula tiroide do mesmo modo que o iodo. Há indicações que seja altamente cancerígeno.
História obscura por trás do Dia das Mães
A origem do Dia das Mães não tem nada relacionado com presentes, flores e chocolates. A data foi criada a partir de um contexto bem mais obscuro do que a maioria das pessoas pensam. Entenda:
Nós conceituamos o dia das mães como uma data alegre, de homenagens, amor e carinho. O que poucas pessoas sabem é que existe um lado sombrio relacionado à comemoração dessa data. Quem popularizou às homenagens ao dia das mães foi a ativista Ann Maria Reeves Jarvis. Ela fundou em 1858 os Mothers Days Works Clubs com o objetivo de diminuir a mortalidade de crianças em famílias de trabalhadores. As mulheres organizavam frentes de trabalho para evitar que suas crianças sofressem com o trabalho infantil.
Jarvis organizou em 1865 o Mother’s Friendship Days (dias de amizade para as mães) para ajudar os feridos na Guerra de Secessão que assolou os Estados Unidos no período. Em 1870 a escritora Julia Ward Howe (autora de O Hino de Batalha da República) publicou o manifesto Mother’s Day Proclamation (Proclamação do dia das mães), pedindo paz e desarmamento depois da Guerra de Secessão.
Quem também ajudou a estabelecer um dia de homenagem às mães foi a filho de Ann Jarvis, Anna Jarvis. Em 12 de maio de 1907, dois anos após a morte de sua mãe, criou um memorial à sua mãe e iniciou uma campanha para que o Dia das Mães fosse um feriado reconhecido. Ela obteve sucesso ao torná-lo reconhecido nos Estados Unidos em 8 de maio de 1914.
Nessa data foi expedida a resolução Joint Resolution Designating the Second Sunday in May as Mother’s Day pelo Congresso dos Estados Unidos, instalando o segundo domingo do mês de maio como Dia das Mães. No âmbito desta resolução o Presidente dos Estados Unidos Thomas Woodrow Wilson proclamou no dia seguinte que no Dia das Mães os edifícios públicos devem ser decorados com bandeiras. Assim, o Dia das Mães foi celebrado pela primeira vez em 9 de maio de 1914.
Infelizmente, Ann e Anna Jarvis tinham objetivos bem diferentes para o dia das mães: A proposta original era que os filhos visitassem suas mães e passassem o dia com elas, agradecendo pelos esforços que elas fizeram em sua criação. Entretanto, a data acabou pendendo para o lado comercial. Com a crescente difusão e comercialização do Dia das Mães Anna Jarvis afastou-se do movimento, lamentou a criação e lutou para a abolição do feriado.
E como surgiu no Brasil?
No Brasil, em 1932, o então presidente Getúlio Vargas, a pedido das feministas da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, oficializou a data no segundo domingo de maio. A iniciativa fazia parte da estratégia das feministas de valorizar a importancia das mulheres na sociedade, animadas com as perspectivas que se abriram a partir da conquista do direito de votar, em fevereiro do mesmo ano. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica. No Brasil e nos Estados Unidos o Dia das Mães é a segunda melhor data do comércio, depois do Natal.
Nós conceituamos o dia das mães como uma data alegre, de homenagens, amor e carinho. O que poucas pessoas sabem é que existe um lado sombrio relacionado à comemoração dessa data. Quem popularizou às homenagens ao dia das mães foi a ativista Ann Maria Reeves Jarvis. Ela fundou em 1858 os Mothers Days Works Clubs com o objetivo de diminuir a mortalidade de crianças em famílias de trabalhadores. As mulheres organizavam frentes de trabalho para evitar que suas crianças sofressem com o trabalho infantil.
Jarvis organizou em 1865 o Mother’s Friendship Days (dias de amizade para as mães) para ajudar os feridos na Guerra de Secessão que assolou os Estados Unidos no período. Em 1870 a escritora Julia Ward Howe (autora de O Hino de Batalha da República) publicou o manifesto Mother’s Day Proclamation (Proclamação do dia das mães), pedindo paz e desarmamento depois da Guerra de Secessão.
Quem também ajudou a estabelecer um dia de homenagem às mães foi a filho de Ann Jarvis, Anna Jarvis. Em 12 de maio de 1907, dois anos após a morte de sua mãe, criou um memorial à sua mãe e iniciou uma campanha para que o Dia das Mães fosse um feriado reconhecido. Ela obteve sucesso ao torná-lo reconhecido nos Estados Unidos em 8 de maio de 1914.
Nessa data foi expedida a resolução Joint Resolution Designating the Second Sunday in May as Mother’s Day pelo Congresso dos Estados Unidos, instalando o segundo domingo do mês de maio como Dia das Mães. No âmbito desta resolução o Presidente dos Estados Unidos Thomas Woodrow Wilson proclamou no dia seguinte que no Dia das Mães os edifícios públicos devem ser decorados com bandeiras. Assim, o Dia das Mães foi celebrado pela primeira vez em 9 de maio de 1914.
Infelizmente, Ann e Anna Jarvis tinham objetivos bem diferentes para o dia das mães: A proposta original era que os filhos visitassem suas mães e passassem o dia com elas, agradecendo pelos esforços que elas fizeram em sua criação. Entretanto, a data acabou pendendo para o lado comercial. Com a crescente difusão e comercialização do Dia das Mães Anna Jarvis afastou-se do movimento, lamentou a criação e lutou para a abolição do feriado.
E como surgiu no Brasil?
No Brasil, em 1932, o então presidente Getúlio Vargas, a pedido das feministas da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, oficializou a data no segundo domingo de maio. A iniciativa fazia parte da estratégia das feministas de valorizar a importancia das mulheres na sociedade, animadas com as perspectivas que se abriram a partir da conquista do direito de votar, em fevereiro do mesmo ano. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica. No Brasil e nos Estados Unidos o Dia das Mães é a segunda melhor data do comércio, depois do Natal.
terça-feira, 21 de abril de 2015
Dependência Digital
Os dependentes podem ter depressão e perturbação.
A dependência digital ocorre quando um indivíduo passa a desvincular-se da sociedade para permanecer mais tempo em frente a um computador. É desenvolvida quando uma pessoa fica verificando a caixa de entrada do e-mail constantemente, quando participa constantemente em salas de bate-papo, quando utiliza mensageiros instantâneos, jogos on-line e sites específicos. É importante evidenciar que a utilização da internet e seus benefícios não caracterizam a dependência digital e sim o seu isolamento perante o convívio social.
Os dependentes não conseguem controlar seu envolvimento e seu uso com a vida real e social, o que pode além do isolamento provocar desconforto emocional, ansiedade, agitação, irritabilidade, depressão, perturbação, toc (transtorno-obsessivo-compulsivo) e outros. Quando ocorre em adultos, a dependência digital pode ser tratada com terapias, mas quando ocorre em crianças e jovens além da terapia psicológica deve haver a interferência dos pais quanto ao uso do computador que pode ser feita colocando o computador em local visível aos olhos dos pais, estipulando horários para a utilização do computador, invertendo os horários estipulados para navegação, restringindo acesso aos sites visitados compulsoriamente e outras.
A dependência digital já passou a ser patologia psiquiátrica em alguns países. Existem profissionais e estudiosos que já até associam a dependência digital à alcoólica. No Brasil a dependência ainda não é considerada doença e sim um transtorno que deve ser tratado por um psicólogo o quanto antes para obter melhores resultados.
Classificação das drogas
As drogas podem ser classificadas de acordo com seus efeitos
As drogas psicotrópicas agem no sistema nervoso central, produzindo alterações de comportamento, humor e cognição. De acordo com a ação destas no organismo do indivíduo, um pesquisador francês, denominado Chaloult, classificou as drogas em três grandes grupos:
Drogas estimulantes do sistema nervoso central:
Estas substâncias aumentam a atividade cerebral, uma vez que imitam ou cooperam com os neurotransmissores estimulantes do organismo do indivíduo, como a epinefrina e dopamina. Assim, dão sensação de alerta, disposição e resistência, mas que, ao fim de seus efeitos, conferem cansaço, indisposição e depressão, devido à sobrecarga que o organismo se expôs.
Algumas delas são:
nicotina
cafeína
anfetamina
cocaína
crack
merla
Drogas depressoras do sistema nervoso central:
Tais drogas apresentam uma diminuição das atividades cerebrais de seu usuário, deixando-o mais devagar, desligado e alheio; menos sensível aos estímulos externos.
Algumas delas são:
álcool
inalantes/solventes
soníferos
ansiolíticos
antidepressivos
morfina
Drogas perturbadoras do sistema nervoso central:
São aquelas drogas cujos efeitos são relativos à distorção das atividades cerebrais, podendo causar perturbações quanto ao espaço e tempo; distorções nos cinco sentidos e até mesmo alucinações. Grande parte destas substâncias é proveniente de plantas, cujos efeitos foram descobertos por culturas primitivas, associando as experiências vivenciadas a um contato com o divino.
Algumas delas são:
maconha
haxixe
ecstasy
cogumelo
LSD
medicamentos anticolinérgicos.
As drogas psicotrópicas agem no sistema nervoso central, produzindo alterações de comportamento, humor e cognição. De acordo com a ação destas no organismo do indivíduo, um pesquisador francês, denominado Chaloult, classificou as drogas em três grandes grupos:
Drogas estimulantes do sistema nervoso central:
Estas substâncias aumentam a atividade cerebral, uma vez que imitam ou cooperam com os neurotransmissores estimulantes do organismo do indivíduo, como a epinefrina e dopamina. Assim, dão sensação de alerta, disposição e resistência, mas que, ao fim de seus efeitos, conferem cansaço, indisposição e depressão, devido à sobrecarga que o organismo se expôs.
Algumas delas são:
nicotina
cafeína
anfetamina
cocaína
crack
merla
Drogas depressoras do sistema nervoso central:
Tais drogas apresentam uma diminuição das atividades cerebrais de seu usuário, deixando-o mais devagar, desligado e alheio; menos sensível aos estímulos externos.
Algumas delas são:
álcool
inalantes/solventes
soníferos
ansiolíticos
antidepressivos
morfina
Drogas perturbadoras do sistema nervoso central:
São aquelas drogas cujos efeitos são relativos à distorção das atividades cerebrais, podendo causar perturbações quanto ao espaço e tempo; distorções nos cinco sentidos e até mesmo alucinações. Grande parte destas substâncias é proveniente de plantas, cujos efeitos foram descobertos por culturas primitivas, associando as experiências vivenciadas a um contato com o divino.
Algumas delas são:
maconha
haxixe
ecstasy
cogumelo
LSD
medicamentos anticolinérgicos.
O que e Camada de Ozônio
A camada de ozônio, parte da estratosfera que filtra os raios ultravioleta vindos do sol, vem sendo destruída pelos CFCs.
A camada de ozônio protege-nos de radiações nocivas do Sol
Entre as camadas da atmosfera, a segunda mais próxima à superfície da Terra é a estratosfera, que fica a uma distância de 10 a 50 km da superfície. É nessa camada que está localizada a camada de ozônio, em uma altitude entre 20 a 35 km e com uma espessura aproximada de 15 km.
Conforme o próprio nome indica, a camada de ozônio é formada pelo gás ozônio, que, por sua vez, é constituído por moléculas formadas pela ligação entre três átomos de oxigênio (O3(g)). Esse gás é capaz de absorver os raios ultravioleta (UV) vindos do sol, formando assim uma espécie de filtro protetor.
Esses raios ultravioleta (UV) possuem comprimento de onda (λ) baixo, entre 200 a 400 nm, e alta energia. Por essa razão, possuem um alto poder de penetração nas células da pele e podem causar vários danos ao nosso organismo, como destruição dos tecidos vivos, formação de radicais livres e queimaduras.
A faixa da radiação ultravioleta é dividida em sub-regiões de energias distintas, que são classificadas como UVA, UVB e UVC. As radiações UVC são as de maior energia e menor comprimento de onda (200 a 290 nm), por isso são tão nocivas, podendo matar organismos unicelulares e prejudicar as córneas dos olhos. Graças à camada de ozônio, essas radiações UVC são filtradas e somos protegidos delas.
Infelizmente, a camada de ozônio passou a ser degradada, e a concentração do gás ozônio diminuiu, o que resultou na formação de um buraco. Para entender como isso ocorreu, vamos primeiro demonstrar como ocorre a formação do ozônio na estratosfera e quais são as reações que costumam acontecer nessa camada.
A formação do ozônio ocorre pela exposição do oxigênio (O2) aos raios solares ou a descargas elétricas que levam à sua decomposição e à formação de oxigênios livres, que, por sua vez, reagem com outras moléculas de oxigênio que não foram decompostas — processo que resulta na formação do ozônio. Veja:
O2(g) → 2 O(g)
O(g) + O2(g) → 1 O3(g)
As moléculas de ozônio na estratosfera também podem ser destruídas principalmente em resultado da fotodecomposição pela absorção de fótons UV:
O3 + UV (λ < 320 nm) → O2* + O*
O asterisco indica que os átomos estão no estado excitado, isto é, com uma quantidade de energia maior que no estado fundamental.
Esses átomos de oxigênio formados podem novamente reagir com as moléculas do gás oxigênio para formar o ozônio ou podem reagir com as moléculas do ozônio, destruindo-o, conforme é mostrado na equação a seguir:
O3(g) + O(g) → 2 O2(g)
Existem vários catalisadores da depleção da camada de ozônio, ou seja, espécies altamente reativas, que podem ser radicais livres, átomos ou moléculas, que reagem com o ozônio, destruindo-o e afetando esse equilíbrio químico. Dentre esses catalisadores, podemos destacar: OH•, CH3•, CF2Cl•, H3COO•, H3CO•, ClOO•, ClO•, HCO• e NO•.
Todas essas reações que vimos de formação e destruição do ozônio atingem um equilíbrio, e sua concentração na camada de ozônio passa a ser constante, mantendo, assim, a função normal exercida por essa camada. Porém, descobriu-se, em 1985, que desde o final da década de 70 a camada de ozônio sobre a Antártida estava sendo degradada de forma alarmante nos meses de setembro e outubro, época da primavera austral. O buraco na camada de ozônio, principalmente sobre a Antártida, continuou crescendo por cinquenta anos até atingir seu tamanho máximo em 2000: aproximadamente 25 milhões de quilômetros quadrados!
Isso ocorreu porque o ser humano estava lançado na atmosfera substâncias nocivas que destruíam o ozônio em reações muito rápidas. Essas substâncias eram os CFCs (clorofluorcarbonetos — compostos formados por cloro, flúor e carbono) e os halônios (substâncias que contêm carbono e cloro, mas que também podem ter o bromo).
Para saber quais são as reações que causam essa destruição da camada de ozônio, leia o texto Destruição da camada de ozônio pelos CFCs.
Em razão dessas descobertas, em 1987, a Organização das Nações Unidas (ONU) redigiu o Protocolo de Montreal, assinado pelos maiores representantes de produtoras de CFCs do mundo, para a adoção de medidas preventivas para a redução de emissão desses gases através de sua substituição gradativa até o seu banimento dos países desenvolvidos no ano de 1995.
A camada de ozônio protege-nos de radiações nocivas do Sol
Entre as camadas da atmosfera, a segunda mais próxima à superfície da Terra é a estratosfera, que fica a uma distância de 10 a 50 km da superfície. É nessa camada que está localizada a camada de ozônio, em uma altitude entre 20 a 35 km e com uma espessura aproximada de 15 km.
Localização da camada de ozônio na estratosfera
Conforme o próprio nome indica, a camada de ozônio é formada pelo gás ozônio, que, por sua vez, é constituído por moléculas formadas pela ligação entre três átomos de oxigênio (O3(g)). Esse gás é capaz de absorver os raios ultravioleta (UV) vindos do sol, formando assim uma espécie de filtro protetor.
Esses raios ultravioleta (UV) possuem comprimento de onda (λ) baixo, entre 200 a 400 nm, e alta energia. Por essa razão, possuem um alto poder de penetração nas células da pele e podem causar vários danos ao nosso organismo, como destruição dos tecidos vivos, formação de radicais livres e queimaduras.
A faixa da radiação ultravioleta é dividida em sub-regiões de energias distintas, que são classificadas como UVA, UVB e UVC. As radiações UVC são as de maior energia e menor comprimento de onda (200 a 290 nm), por isso são tão nocivas, podendo matar organismos unicelulares e prejudicar as córneas dos olhos. Graças à camada de ozônio, essas radiações UVC são filtradas e somos protegidos delas.
Infelizmente, a camada de ozônio passou a ser degradada, e a concentração do gás ozônio diminuiu, o que resultou na formação de um buraco. Para entender como isso ocorreu, vamos primeiro demonstrar como ocorre a formação do ozônio na estratosfera e quais são as reações que costumam acontecer nessa camada.
A formação do ozônio ocorre pela exposição do oxigênio (O2) aos raios solares ou a descargas elétricas que levam à sua decomposição e à formação de oxigênios livres, que, por sua vez, reagem com outras moléculas de oxigênio que não foram decompostas — processo que resulta na formação do ozônio. Veja:
O2(g) → 2 O(g)
O(g) + O2(g) → 1 O3(g)
As moléculas de ozônio na estratosfera também podem ser destruídas principalmente em resultado da fotodecomposição pela absorção de fótons UV:
O3 + UV (λ < 320 nm) → O2* + O*
O asterisco indica que os átomos estão no estado excitado, isto é, com uma quantidade de energia maior que no estado fundamental.
Esses átomos de oxigênio formados podem novamente reagir com as moléculas do gás oxigênio para formar o ozônio ou podem reagir com as moléculas do ozônio, destruindo-o, conforme é mostrado na equação a seguir:
O3(g) + O(g) → 2 O2(g)
Existem vários catalisadores da depleção da camada de ozônio, ou seja, espécies altamente reativas, que podem ser radicais livres, átomos ou moléculas, que reagem com o ozônio, destruindo-o e afetando esse equilíbrio químico. Dentre esses catalisadores, podemos destacar: OH•, CH3•, CF2Cl•, H3COO•, H3CO•, ClOO•, ClO•, HCO• e NO•.
Todas essas reações que vimos de formação e destruição do ozônio atingem um equilíbrio, e sua concentração na camada de ozônio passa a ser constante, mantendo, assim, a função normal exercida por essa camada. Porém, descobriu-se, em 1985, que desde o final da década de 70 a camada de ozônio sobre a Antártida estava sendo degradada de forma alarmante nos meses de setembro e outubro, época da primavera austral. O buraco na camada de ozônio, principalmente sobre a Antártida, continuou crescendo por cinquenta anos até atingir seu tamanho máximo em 2000: aproximadamente 25 milhões de quilômetros quadrados!
Imagem tirada por satélite da Nasa de “buraco” na camada de ozônio sobre a Antártida, em setembro de 2000
Isso ocorreu porque o ser humano estava lançado na atmosfera substâncias nocivas que destruíam o ozônio em reações muito rápidas. Essas substâncias eram os CFCs (clorofluorcarbonetos — compostos formados por cloro, flúor e carbono) e os halônios (substâncias que contêm carbono e cloro, mas que também podem ter o bromo).
Para saber quais são as reações que causam essa destruição da camada de ozônio, leia o texto Destruição da camada de ozônio pelos CFCs.
Em razão dessas descobertas, em 1987, a Organização das Nações Unidas (ONU) redigiu o Protocolo de Montreal, assinado pelos maiores representantes de produtoras de CFCs do mundo, para a adoção de medidas preventivas para a redução de emissão desses gases através de sua substituição gradativa até o seu banimento dos países desenvolvidos no ano de 1995.
Curiosidades sobre o dólar
O Bureau of Engraving and Printing (casa da moeda americana) produz 37 milhões de cédulas por dia num valor aproximado de 696 milhões de dólares.
Do total de notas impressas, 95% são usadas para substituir cédulas já em circulação; e 45% das notas impressas são de 1 dólar.
A primeira cédula fabricada pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos foi da série 1861.
Durante a Guerra Civil, o Bureau of Engraving and Printing foi chamado para imprimir cédulas com valores de 3, 5 10 , 25 e 50 centavos. O motivo era que as pessoas juntavam moedas por causa de seu valor intrínseco, e isso acarretou na falta de moedas.
O papel em que são impressas as cédulas é formado de 25% de linho e 75% de algodão. Fibras sintéticas vermelhas e azuis de diversos comprimentos são distribuídas igualmente pelo papel. Antes da Primeira Guerra Mundial as fibras eram feitas de seda.
Sabe quantas vezes uma nota pode ser dobrada antes que se estrague? Cerca de 4 mil vezes em dobras duplas (dobrando-se uma vez e depois dobrando novamente).
A nota de dólar mede 6,63 centímetros de largura por 15,59 de comprimento. Sua espessura é de 0,010 centímetros. Se todas as notas de dólar que existem no mundo fossem colocadas um após a outra, formando uma fila, dariam a volta ao mundo pela linha do equador cerca de 24 vezes. Antes de 1929, a maior cédula em circulação que já existiu media 7,93 por 18,85 centímetros.
A nota de 100 dólares é a maior denominação do dinheiro americano em circulação desde 1969.
A nota de maior valor já impressa pelo Bureau of Engraving and Printing foi de 100 mil dólares com o Gold Certificate, da séries 1934.
Ao contrário do que muitos pensam, a figura do automóvel estampada no verso da cédula de 10 dólares não é o modelo "T" Ford. É uma simples invenção do designer da nota.
Os ponteiros do relógio na torre do Independence Hall, no verso da nota de 100 dólares, marcam aproximadamente 4h10.
Martha Washington é a única mulher que aparece em uma cédula do dinheiro americano. Seu rosto está estampado na cédula de 1 dólar Certificado de Prata de 1886 e de 1891, e no verso da nota de 1 dólar Certificado de Prata de 1896.
O Quarter dollar, com a Estatua da Liberdade Sentada, circulou entre 1866 e 1891. Não tinha marca de fabricação (fora feita na Philadelphia, em 1888) e sua tiragem foi de 10.833 peças.
Quanto tempo dura uma cédula? Segundo a Federal Reserve Note, depende do valor da nota. Confira:
Valor da nota
Tempo de duração
1,00
1,5 ano
5,00
2 anos
10,00
3 anos
20,00
4 anos
50,00
9 anos
100,00
9 anos
Do total de notas impressas, 95% são usadas para substituir cédulas já em circulação; e 45% das notas impressas são de 1 dólar.
A primeira cédula fabricada pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos foi da série 1861.
Durante a Guerra Civil, o Bureau of Engraving and Printing foi chamado para imprimir cédulas com valores de 3, 5 10 , 25 e 50 centavos. O motivo era que as pessoas juntavam moedas por causa de seu valor intrínseco, e isso acarretou na falta de moedas.
O papel em que são impressas as cédulas é formado de 25% de linho e 75% de algodão. Fibras sintéticas vermelhas e azuis de diversos comprimentos são distribuídas igualmente pelo papel. Antes da Primeira Guerra Mundial as fibras eram feitas de seda.
Sabe quantas vezes uma nota pode ser dobrada antes que se estrague? Cerca de 4 mil vezes em dobras duplas (dobrando-se uma vez e depois dobrando novamente).
A nota de dólar mede 6,63 centímetros de largura por 15,59 de comprimento. Sua espessura é de 0,010 centímetros. Se todas as notas de dólar que existem no mundo fossem colocadas um após a outra, formando uma fila, dariam a volta ao mundo pela linha do equador cerca de 24 vezes. Antes de 1929, a maior cédula em circulação que já existiu media 7,93 por 18,85 centímetros.
A nota de 100 dólares é a maior denominação do dinheiro americano em circulação desde 1969.
A nota de maior valor já impressa pelo Bureau of Engraving and Printing foi de 100 mil dólares com o Gold Certificate, da séries 1934.
Ao contrário do que muitos pensam, a figura do automóvel estampada no verso da cédula de 10 dólares não é o modelo "T" Ford. É uma simples invenção do designer da nota.
Os ponteiros do relógio na torre do Independence Hall, no verso da nota de 100 dólares, marcam aproximadamente 4h10.
Martha Washington é a única mulher que aparece em uma cédula do dinheiro americano. Seu rosto está estampado na cédula de 1 dólar Certificado de Prata de 1886 e de 1891, e no verso da nota de 1 dólar Certificado de Prata de 1896.
O Quarter dollar, com a Estatua da Liberdade Sentada, circulou entre 1866 e 1891. Não tinha marca de fabricação (fora feita na Philadelphia, em 1888) e sua tiragem foi de 10.833 peças.
Quanto tempo dura uma cédula? Segundo a Federal Reserve Note, depende do valor da nota. Confira:
Valor da nota
Tempo de duração
1,00
1,5 ano
5,00
2 anos
10,00
3 anos
20,00
4 anos
50,00
9 anos
100,00
9 anos
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