quinta-feira, 24 de setembro de 2015

2016 será pior que 2015 no Brasil

O Brasil vive um cenário negativo no campo da economia, resultado direto de decisões incorretas tomadas pelo governo nos últimos anos. E para quem acha que 2015 está sendo um ano ruim, a notícia não é das melhores: o ano de 2016 promete ser ainda mais sombrio.

O mercado está muito pessimista sobre o futuro da economia brasileira. Prova disso, é que o Banco Central divulgou a expectativa de mais inflação e forte retração da economia brasileira em 2016. Outro ponto alarmante é a alta do dólar, que já chegou a bater o valor de R$3,90, e deve continuar subindo no próximo ano.

Cenário Negativo

O cenário econômico deve afetar os preços pagos por serviços básicos, como telefonia, água, energia, combustíveis, etc. O ano de 2016 deve apresentar ainda perda do ganho real dos salários, novos impostos e preços elevados de produtos básicos, como alimentos e bebidas, por exemplo.

O governo brasileiro anunciou cortes no Orçamento de 2016. As mudanças incluem a suspensão de concursos públicos, corte em investimentos em saúde, redução dos investimentos em programas sociais e congelamento de reajuste para servidores. Com isso, o governo espera economizar cerca de R$ 26 bilhões.

Outra discussão política é a volta da CPMF, o imposto sobre movimentações financeiras. Dessa forma, os economistas esperam que a inflação tenha uma alta de 5,51% no Brasil.

Segundo a presidente Dilma Rousseff, não há como garantir que a situação brasileira em 2016 seja positiva. A presidente disse acreditar que o próximo ano será de dificuldades, mas o governo está tentando conter a crise econômica.

Uma das iniciativas do governo para fazer dinheiro em 2016 será o plano de concessões de portos, rodovias e aeroportos à iniciativa privada. Outra possibilidade é permitir a volta dos jogos de azar ao Brasil, como bingos e casinos, a fim de arrecadar dinheiro para o governo.

O ano que vem deve ser de grande desvalorização do real, e quem sentirá mais esse cenário negativo são os mais pobres e a classe média. Enfim, 2016 não deve ser um ano fácil e promissor para o Brasil.

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